Mostrando postagens com marcador Cynara Novaes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cynara Novaes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Na 347° edição do Alacazum palavras para entreter

Na 347°  edição do Alacazum palavras para entreter , apresentação da escritora e locutora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 13 de abril de 2014, das 8 às 9 h , transmissão ao vivo 87,9 Rio Una FM, apreciamos a poesia de Cynara Novaes, publicado no Jornal Valença Agora de 3 a 9 de abril de 2014, ano XII n° 466.

Simples

 A cerca velha de bambu guarda o quintal
Onze Horas misturam-se aos temperos
sob os olhos dos tecidos do varal
A cozinha cheira a pão e café,
a janela verde sorri e o portão respira aliviado
O tempo, por fim, vai se deitar.
Tudo é silêncio colhido no pé.

Cynara Novaes

domingo, 7 de julho de 2013

Poesia: Tecido , de Cynara Novaes

Na 308° edição do Alacazum palavras para entreter que foi ao ar no dia 30 de junho de 2013, das 8 às 9 h da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Uma FM 87,9, cujo tema: Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha" baseado na poesia de Casimiro de Abreu, apreciamos a poesia de Cynara Novaes, intitulada: Tempo, que foi publicada no livro: Novos Valencianos, organizada por Arazen Vaz Galvão.


Tempo

O tecido chamou-se cetim
O cetim, vestido
O vestido chamou-se
de festa, de domingo
Missas e festas depois,
a moça viu-se fazendo no tecido
um bordado,
mais tarde, um remendo
Chamou-se roupa de casa,
pano de fundo para o avental
Com o tempo,
chamou-se passado.

Cynara Novaes