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domingo, 24 de agosto de 2014

O jovem que não tinha medo de nada, de Heloisa Prieto

Na 365° edição do Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora e locutora, Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 24 de agosto de 2014, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo 87,9 Rio Una FM, cujo tema: O melhor lugar para se viver, baseado na música: moro onde não mora ninguém de Agepê e Cánario, apreciamos a história do folclore irlandês: O jovem que não tinha medo de nada, de Heloisa Prieto, no livro: Lá vem Histórias.

O jovem que não tinha medo de nada

Havia um jovem que não tinha medo de nada. Desde pequeno, quando seus irmãos choravam de medo da chuva, do escuro, de latido de cachorro, ele só ria, porque não tinha medo de nada.

Numa noite muito escura, ele passeava pela floresta quando encontrou um homem semimorto estendido no chão. O home disse:

- Obrigado por vir me ajudar. Estou quase morrendo. Passei a vida inteira sozinho, porque sou muito feio e as pessoas têm medo de mim.

O jovem disse ao doente:

- Não tenho medo de nada. Vou levá-lo para minha casa e cuidar de você. E foi o que ele fez. O homem feio viveu sob os cuidados do rapaz sem medo. Todos na vila lhe diziam que ele era louco de cuidar de um homem-monstro e que ninguém nunca iria visitá-lo. Um dia, o homem feio morreu. O rapaz o enterrrou e enfeitou seu túmulo com flores. Depois, partiu em viagem.

Viajou por muito tempo sem encontrar ninguém em seu caminho. Certa noite, chegou à clareira de uma floresta onde havia um grupo de pessoas gritando. Alguém atirou uma coisa em sua direção e o rapaz a apanhou pensando que fosse uma bola. Só que a coisa era a cabeça humana. Uma cabeça viva, falante, que lhe explicou:

-Você não tem medo de mim?

- De jeito nenhum! - respondeu o rapaz. - Nunca tive e nunca terei medo de nada nem de ninguém.

Mal ele acabou de falar, as pessoas que gritavam e a cabeça que falava desapareceram. Ele se viu sozinho na floresta e prosseguiu em sua viagem. Acabou chegando a uma casa onde morava um homem que lhe ofereceu hospedagem mas o alertou:

- Nesta casa mora um fantasma! Espero que não tenha medo de dormir aqui.

O rapaz mais uma vez disse:

- De jeito nenhum! Nunca tive e nunca terei medo de nada nem de ninguém!

Na mesma noite, o rapaz acordou com um barulho horrível! Saiu  para ver o que estava acontecendo e avistou um touro e um cavalo gigante lutando no telhado da casa. Pensou: " Isso é muito estranho, mais não me dá medo" Medo é uma coisa que nunca tive e nunca terei. Imediatamente os animais desapareceram. Na noite seguinte, a cena se repetiu. O rapaz pensou naquelas mesmas palavras de sempre e os animais também desapareceram. Até que, na terceira noite, o rapaz foi despertado por um velho de aparência bondosa que lhe disse:

- Você é o maior herói de todos os tempos. Tem o coração mais generoso que já encontrei. Sou um fantasma. Morri há vinte anos e agora quero que você herde minha casa e se case com a minha filha. Amanhã ela chegará de viagem. Tenho certeza que você gostará dela.

No outro dia, a filha do fantasma regressou e assim que viu o rapaz sem medo se apaixonou por ele. O rapaz tambem caiu de amores pela menina. Os dois se casaram e tiveram uma longa vida com muitos filhso, que também cresceram felizes e sem medo nenhum.

domingo, 30 de setembro de 2012

Os cegos e o elefante- do folclore hindu

Na  281°  edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 16 de setembro de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 apreciamos a leitura: Os cegos e o elefante do folclore hindu,  do livro Lá vem História de Heloisa Prieto.

Numa cidade da índia viviam sete sábios cegos. Como seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinha problemas os consultavam. Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles, que de vez em quando discutiam sobre qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito debaterem acerca da verdade da vida, e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
- Somos cegos para que possamos ouvir melhor e compreender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficaram aí brigando como se quisessem ganhar uma competição. Não aguento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou á cidade um comerciante montado num elefante imenso. Os cegos jamais haviam tocado nesse  animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do bicho e declarou:
-- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar em seus músculos e eles não se movem: parecem paredes.
- Que bobagem! - disse o segundo sábio, tocando na presa do elefante - Este animal é pontudo como uma lança, uma arma de guerra. Ele se parece com um tigre-dente-de-sabre!
- Ambos se enganam! - retrucou o terceiro sábio, que apalpava a tromba do elefante. Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia.
-Vocês estão totalmente alucinados! - gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. Este animal não se parece com nenhum outro. Seus movimentos são ondeantes, como se seu corpo fosse uma enorme continua ambulante.
- Vejam só! Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! - irritou-se o sexto sábio tocando a pequena cauda do elefante.
- Este animal é como uma rocha com uma cordinha presa no corpo. Posso até me pendurar nele.
E assim ficaram debatendo aos gritos, os seis sábios, durante horas e horas. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança. Ouvindo a discussão ele pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e errados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
- Assim os homens se comportam diante da verdade. Pegam apenas uma parte, pensam que é o todo e continuam sempre tolos.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

O JOGO DA PARLENDA DE HELOISA PRIETO

Na 271° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 10 de junho de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 apreciamos a leitura da parlenda:

Hoje é domingo,
Pé de cachimbo
Cachimbo é de barro,
Bate no jarro.
O jarro é de ouro,
Bate no touro.
O touro é valente,
Bate na gente.
A gente é fraco,
Cai no buraco.
O buraco é fundo,
Acabou-se o mundo.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Na 270° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 270° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 3 de junho de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 apreciamos na abertura do programa a história do folclore do Caribe, intitulado: O rei que queria alcançar a lua.

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha que fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:
- Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura.
 E o rei gritava:
- Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto final!
Até que um carpinteiro lhe falou:
- Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para prisão!
Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu.
Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu, satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo.
E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a lua, gritou furioso:
- Quero mais móveis!
E um carpinteiro lhe respondeu:
- Impossível, não há mais madeira!
E o rei ordenou:
- Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.
O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe: a pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.


sexta-feira, 23 de março de 2012

Doutor Sabe- Tudo, de Heloisa Prieto

Na 259° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 18 de março de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão Rio Una FM 87,9 apreciamos a história do folclore da Europa Central, contido no livro: Lá vem história da Heloisa Prieto, Doutor sabe- tudo.

Um vendedor de carvão ia todos os dias vender sua mercadoria na vila. Em sua caroça, todo sujo de carvão, ele olhou para os sábios do reino, que viviam muito bem vestidos, comendo sempre do bom e do melhor, e pensou:

"Veja só, eu trabalho tanto e vivo pobre e imundo. Esses aí não fazem nada e levam uma vida de rei"!

Foi então que ele resolveu vender tudo: a carroça, o cavalo e o carvão. Com o dinheiro, comprou um manto vermelho e vários livros. Foi para uma vila onde ninguém o conhecia e começou a andar pela praça. As pessoas disseram:

- Esse deve ser um grande sábio!

Vejam as roupas que veste, vejam os livros que carrega!

Acontece que os sábios da vila ficaram desconfiados e foram à hospedaria onde estava o vendedor de carvão testar seus conhecimentos. Quando viu que eles se aproximavam, o carvoeiro chamou um lacaio e disse-lhe que desse aos sábios o seguinte recado:

"Senhores, o mestre adoeceu e perdeu a voz temporariamente".

Mesmo assim, os sábios entraram, dizendo que se comunicariam com ele por meio de mímica. O primeiro sábio levantou o dedo para o céu: queria perguntar ao mestre se ele acreditava em Deus. O carvoeiro, achando que o sábio estava ameaçando espetar o dedo em seus olhos, ergueu o próprio dedo em resposta. O sábio saiu todo satisfeito, certo de que ambos concordavam sobre religião. Depois foi a vez do segundo sábio. Erguendo o punho, queria saber se o mestre achava que Deus governava o mundo. O carvoeiro, pensando que ia levar um soco, ergueu o próprio punho em resposta. O segundo sábio saiu feliz, certo de que ambos concordavam sobre as leis do universo. Todos os seus amigos concluíram que o carvoeiro era de fato um famoso sábio que chegara à vila.

Logo em seguida chegou à hospedaria um homem do povo. Fora roubado e desejava saber quem era o ladrão de suas moedas de ouro.

Ofereceu metade das moedas ao carvoeiro caso ele o ajudasse a recuperar o tesouro. O carvoeiro disse apenas:

- Volte daqui a três dias e eu lhe darei a resposta.

Os ladrões eram três jovens desordeiros que ficaram apavorados ao saber que sua vítima buscava a ajuda de um excelente mestre. Temendo ser descobertos, correram até o carvoeiro e disseram:

- Se o senhor não nos denunciar, devolveremos todo o dinheiro roubado!

O carvoeiro concordou. Apanhou as moedas, ficou com a metade delas e enviou a outra metade á vítima dos ladrões. Diante dessa vitória, muitos o procuraram para que os curasse de suas doenças. Observando que a maior parte das moléstias era imaginária, o carvoeiro declarou:
- Preciso fabricar remédios. Para isso tenho que arrancar um pedaço de pele do mais doente entre vocês para fazer a minha fórmula.

Mal ele acabou de falar, todos os doentes resolveram que estavam curados e a fama do doutor Sabe- tudo espalhou-se ainda mais. Porém, como já havia recebido dinheiro suficiente para aposentar-se, o antigo carvoeiro voltou á sua cidade natal, onde viveu feliz e respeitado até o final da vida.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O paraíso dos gatos de Heloisa Prieto


Na 257° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 26 de fevereiro de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão Rio Una FM 87,9 apreciamos a história do folclore japonês: O paraíso dos gatos de Heloisa Prieto, retirado do livro: Lá vem história.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Bran, o viajante do tempo, de Heloisa Prieto

Na 256° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 19 de fevereiro de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão Rio Una FM 87,9 apreciamos a história do folclore celta contido no livro: Lá vem História da Heloisa Prieto.

Bran era um grande navegador da Irlanda antiga. Certo dia ele encontrou uma linda varinha de prata. Então reuniu seus homens e balançou a varinha para testar se ela possuía algum poder mágico. No mesmo instante, surgiu ao seu lado uma jovem belíssima. Ela entoou uma melodiosa canção em que descrevia as maravilhas do mundo de onde viera. Nascera nas ilhas encantadas do Outro Mundo, nas quais não há tristeza ou sofrimento. Quando sua voz se calou, todos continuaram imóveis diante de tamanha surpresa, e, antes que alguém pudesse impedi-la, a jovem tirou a varinha das mãos de Bran, fez com ela um gesto e desapareceu.
Apaixonado pela jovem, Bran reuniu sua tripulação e imediatamente partiu numa viagem em busca das ilhas encantadas onde morava sua amada. Depois de muito navegar, a nau de Bran atravessou o limiar do mundo real e penetrou nas águas enfeitiçadas do universo mágico. As ondas do mar transformaram-se em flores e árvores aquáticas. Logo em seguida a nau de Bran chegou à ilha da Felicidade, e todos ficaram deslumbrados com sua grande beleza. Mas era difícil atracar, pois o mar estava muito bravio. Bran avistou sua amada e acenou-lhe. Ela então lançou uma corda mágica ao navio, que se amarrou à proa e o puxou até o porto.
Bran e os tripulantes do navio se casaram om as moças da ilha, exceto um, que queria regressar à Irlanda porque sentia saudade da namorada. O tempo foi passando e, embora Bran e seus amigos tivessem a impressão de que se encontravam na ilha havia apenas poucos meses, muitos anos tinham se passado.
Quando Bran voltou à terra natal para levar o amigo que não se casara, percebeu que tudo estava mudado. Havia uma estátua dele no meio do porto: Bran se tornara uma lenda.
- Fique conosco- disse ele ao amigo-, não desça do navio. Tudo mudou, estes são outros tempos. Venha, precisamos retornar à ilha mágica. Mas o amigo ignorou seus conselhos, lançou-se ao mar e nadou até a praia. Porém assim que fincou pé na areia, seu corpo se transformou numa estátua de cinzas que rapidamente se desvaneceu.
Os olhos de Bran encheram-se de lágrimas. "E se eu me perder no mar? E se não conseguir regressar à ilha?, pensou. Mas, nesse mesmo momento, a corda mágica de sua amada enroscou-se na proa da embarcação e Bran foi levado de volta à ilha da Felicidade, onde continua a viver até os dias de hoje.


domingo, 9 de outubro de 2011

O ladrão de sonhos

Celeste Martinez- apresentadora do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 240° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 9 de outubro de 2011, transmissão Rio Una FM 87,9 apreciamos a história: O ladrão de sonhos, retirado do livro: Lá vem história de Heloisa Prieto.


Certa noite, um jovem chamado Makibito teve um sonho tão belo que, ao acordar, foi consultar uma sábia anciã. Contou-lhe o sonho, que o mostrava num palácio vivendo com uma linda princesa. A mulher lhe disse apenas que seu sonho não passava de mera ilusão. Porém, antes que terminassem de conversar chegou outro rapaz que desejava falar com a sábia, e ela pediu a Makibito que aguardasse na sala ao lado. O jovem, que era muito rico, também lhe contou seu sonho. E a sábia lhe disse:
- Esse é um sonho de sorte. Mas para que se realize é preciso guardar segredo. Jamais conte seu sonho a ninguém.
Quando Makibito voltou à presença da anciã, disse-lhe:
- Como eu gostaria de estar no lugar daquele jovem! Mas por que a senhora lhe pediu que guardasse segredo daquel sonho tão lindo?
-Porque o sonho pode ser roubado, e ele perderia a sorte.
-Quer dizer - disse Makibito- que, se eu entrasse aqui novamente e repetisse as palavras dele, também teria sorte?
- Creio que sim.
-Não acredito- disse Makibito- isso, não é possível.
-Então saia, bata de novo à porta e me conte o sonho que ouviu há pouco.
Makibito obedeceu e a anciã também lhe prometeu um futuro de sorte. Anos depois, ele se tornou um sábio. O rei foi pedir-lhe conselhos e gostou tanto dele que o convidou para ser seu conselheiro. Em seguida, Makibito foi nomeado primeiro-ministro e casou-se com uma linda princesa. E assim viveu até os cem anos. Mas, pouco antes de morrer, resolveu contar ao neto a história do sonho.
- O que será que aconteceu ao outro jovem? - perguntou ao neto.
E concluiu: -De qualquer modo, aquela jovem anciã era maluca. Até hoje acho tudo isso uma bobagem. Você não concorda?
- Mas, vovô, você teve mesmo uma vida de muita sorte.
Ao que Makibito respondeu:
-Pois é, exatamente como no meu primeiro sonho!


domingo, 3 de julho de 2011

Parlenda


Na 225° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 26 de junho de 2011, transmissão pela Rio Una Fm 87,9 usufruimos do jogo da parlenda baseado no livro O jogo da Parlenda de Heloisa Prieto ilustração de Spacca.