domingo, 20 de dezembro de 2015
Expressão: Cheio de nove horas
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Expressão popula: Casa da mãe Joana
É um lugar em que todo mundo manda e faz o que bem entende.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Expressão: Por que cargas d´ água
Na 256° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 19 de fevereiro de 2012 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão Rio Una FM 87,9 informamos sobre a expressão popular: Por que cargas d´àgua, contido no livro: A casa da mãe Joana de Reinaldo Pimenta.terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Expressão Popular: Meia- Tigela
De meia-tigela é sem valor, insignificante.
Na época da monarquia portuguesa, o povo da corte (criados, pajens, oficiais) que não habitavam o palácio nem contava ainda com o vale-refeição, era alimentado no local de trabalho. A comida era servida de acordo com as rações prescritas no Livro da Cozinha del Rei e a porção de cada um variava conforme a importância do trabalho prestado. E assim havia gente de tigela inteira e gente de MEIA-TIGELA.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
CURIOSIDADE

Na 184° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRA PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de agosto de 2010, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre a expressão: Mão no trânsito, retirado do livro: A casa da mãe Joana de Reinaldo Pimenta.
Se você é daqueles que culpam o automóvel pelo caos do trânsito na sua cidade, pode ir mudando de ideia. O engarrafamento apareceu antes do automóvel. No século XIX, a movimentação de carruagens, carroças etc, nas ruas da cidade do Rio de Janeiro ficou tão intensa que, em 1847, o governo expediu um edital que estabelecia direções únicas nas vias masi movimentadas. Para orientar os condutores dos veículos, foi afixada em cada esquina uma placa de metal que exibia o desenho de uma mão com o dedo indicador estendido, apontando a direção do trânsito. No inicio do século XX, veio o automóvel, as placas das esquinas passaram a mostrar setas em vez de mãos, mas as expressões MÃO e CONTRA-MÃO já estavam consagradas pelo uso popular.
