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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Na 404° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 404° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora Celeste Martinez, no dia 24 de maio de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9,  apreciamos a fábula africana: A guerra do morcego, retirado do livro: O papagaio que não gostava de mentiras e outras fábulas africanas de Adilson Martins com ilustrações de Luciana Justiniani Hees.

A guerra do morcego

Todos sabem que o morcego é meio pássaro e meio rato, podendo, por isso, viver na terra firme ou voando sobre as árvores.

Apesar disso, tanto os ratos, seus primos, quanto os pássaros, evitam a sua companhia. O morcego é desprezado por todos eles.

Muito tempo atrás, ratos e pássaros viviam em guerra.

O morcego lutava ao lado de seus parentes, os ratos, até o dia em que descobriu que os pássaros, em grande vantagem, iriam vencer a guerra.

 De imediato o morcego, na certeza de poder tirar alguma vantagem da vitória próxima e certa, abandonou seus primos e uniu-se aos pássaros.

Diante disso, ratos e pássaros se reuniram e foram unânimes em considerar a atitude do morcego uma prova de seu mau caráter.

Dando fim à guerra, pássaros e ratos, unidos, passaram a perseguir o morcego.

É por esse motivo que ele foi forçado a se esconder em lugares escuros durante o dia;  só podendo sair à noite, quando seus inimigos não o podem ver.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Na 297° edição do Alacazum palavras para entreter

Na 297° edição do PROgrma radiofônico Alacazum palavras para entreter que foi ao ar no dia 7 de abril de 2013 das 8 às 9 da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 escutamos a fábula africana: a tromba do elefante, texto de Adilson Martins.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A tartaruga e o galo

Na 237° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 18 de setembro de 2011, transmissão Rio Una FM 87,9 apreciamos uma fábula africana.

A tartaruga e o galo

Ajapá, a tartaruga, e Aguemom, o camaleão, não tinham o que comer, nem dinheiro para comprar comida.
A situação era tão grave e a fome tão grande que, se não achassem uma solução bem depressa, os dois iam morrer de fome.
Estavam assim, procurando uma saída, quando, ouvindo o galo cantar, Ajapá teve uma ideia.
Indo ao galinheiro, disse ao galo:
- Tenham muito cuidado! Ouvi o fazendeiro pedir à sua esposa que preparasse um frango para o almoço de amanhã!
Ajapá foi embora e chegou Aguemom, dizendo:
- Ouvi a mulher do fazendeiro falar que o primeiro de vocês que cantar ou cacarejar amanhã de manhã será morto para o almoço do dono da casa.
Com isso, apavorada, as aves combinaram de não dar nem um pio, já que isso custaria uma vida.
Assim, no dia seguinte, Akukó, o galo, não cantou para saudar o sol e as galinhas não cacarejaram para anunciar que haviam posto ovos, como sempre faziam.
Aproveitando o fato de todas as aves estarem escondidas, Ajapá e Aguemom foram lá e roubaram todos os ovos.
Notando que as galinhas não tinham cacarejado como sempre, a mulher do fazendeiro foi ver se havia ovos no galinheiro. Não encontrando nenhum e pensando que as galinhas já estavam velhas demais para a postura, resolveu matá-las e comê-las, para não ter mais despesas inúteis.
Assim, o fazendeiro, a mulher e os amigos tiveram um banquete de galinhas, e Ajapá e Aguemom, um banquete de ovos.