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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

IX Sarau Alacazum

IX Sarau Alacazum. Presenças de Adriano Pereira, Lucas Santana, Celeste Martinez e Elisete.

VIII Sarau Alacazum

VIII Sarau Alacazum. Presenças de André Luiz, Di Melo, Giovina Santini, Luiza, Sérgio, Vandame Português e Adriano Pereira.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Poema de Moacir Eduão


Celeste Martinez interpreta poema de Moacir Eduão, de Irecê, Bahia, no III Sarau Alacazum ocorrido na Pizzaria Os Martinez.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Crônica Cotidiana de Celeste Martinez

Crônica cotidiana de Celeste Martinez

Sexta-feira, 13 de outubro de 2017, 17:30. Após degustar a deliciosa pizza dos Martinez em companhia da neta Dindi, esta diz:
- Vó, vamos para a praça?
Seguimos pela rua Quintino Bocaiúva, caminho da Praça da República. Aproveito nesse instante para testar a minha competência enquanto avó. Em silêncio vou conduzindo-a até a faixa de pedestre e ela reconhece que somente ao sinal verde é que pode passar. Mantemos as mãos dadas e basta colocar os pés na praça para que ela, pergunte:
- Onde está os brinquedos?
- Não tem.
- Ó não! Foi a expressão de decepção acompanhada de um bater dos pés e cruzamento dos braços.
A neta tem a facilidade de afugentar dores com novas investidas, imediato avistou o pequeno espaço destinado aos sketistas e correu naquela direção, mobilizada principalmente pela presença de crianças.
Ficamos. Imediatamente pus-me a observar e constatar que a Praça da República é a mais frequentada e todavia não oferece nenhuma alternativa de diversão gratuita para esse público infantil.
A área reservada para os sketistas nas horas vagas, congrega crianças na faixa etária entre 2 a 7 anos de idade que re-adaptam as estruturas de cimento e ferro em novas investidas de diversão. Uma pequena inclinação encimentada serve como tobogã. É nessa barra de concreto que as criançinhas depositam suas energias imaginando-o brinquedo.
A neta, que vive em outro estado brasileiro, está acostumada a frequentar praças com instrumentos pedagógicos dos mais diversos.
No caso, da cidade de Valença, Bahia, não é exatamente uma praça que temos e sim jardins. A praça da República, antigamente era chamada “Jardim Novo” e a Praça Ademar Braga Guimarães, de “Jardim Velho” ou seja adotamos a nomeclatura de praça que não se adequa ao seu desenho arquitetônico.
Será que o remanejamento do nome foi para excluir a função de jardineiro?
Povoa em nosso imaginário uma ideia de praça metamorficas. A Praça da Independência, não tem árvores, bancos, grama, canteiros, etc , mesmo assim é considerada praça. A praça 2 de julho, se resume a um diminuto canteiro que nos meus tempos de menina, caminho à antiga Escola de Aplicação Anexa, abrigava um frondoso jambeiro. A praça Oliveira Brito, é um enorme galpão onde abriga barracas dos vendedores da economia informal.
Enquanto a neta se alegrava com tão pouco, eu, analisava a paisagem em volta. Praticamente aquele logradouro público era o ponto principal da cidade em termos de encontros. Alí estava o Teatro Municipal, abandonado, aguardando que o tempo lhe corrompa o corpo para em seu lugar ser erguido uma caixa de concreto. O conjunto de sobrados, pouco a pouco desintegrando-se sem quaquer interesse de seus donos em reativar sua fachada, sem consideração com o patrimônio arquitetônico da cidade todavia amparados pela Constituição Federal em seu artigo 5°
Direcionei o olhar em um ângulo de 360 graus em toda praça e avistei a fonte luminosa.
Luminosa?
Onde?
Notava-se sim, alguns tubos, expelindo jatos de água sem algum atrativo.
A neta perguntou se a água estava limpa por que lhe pareceu escuro o fundo. A praça é mal iluminada e sem cuidado. Somente em determinadas datas: São João e Natal, enche-na de algum ornamento, muitas vezes sem critérios de beleza e estética.
Um menino se distanciou dos demais e foi até onde estava uma estrutura de ferro circular que supostamente serve como base para o pula-pula, que alí funciona como alternativa de lazer privado. A única distração. A neta Dindi, seguiu os passos do garoto, mais imediato foi advertida por mim que podia se ferir com as pontas de ferro e pregos, observado alternativamente em sua base.
Exatamente naquele local onde fica o pula-pula sentir um mal cheiro nauseabundo. Uma mescla de vômito, fezes e urina. Eram os banheiros químicos instalados no espaço reservado a estacionamento para a caravana da saúde que visita a cidade.
Quanta falta de sensibilidade. Não é nada elegante para quem chega à cidade e se depara com restaurantes, sorveterias, padarias, bares, lojas diversas, ser recepcionado por esse mau cheiro. Eu que tenho a mania de potencializar tudo, só em aborver esse tipo de fedor, imagino que tudo pode estar contaminado em torno.
Já deveríamos ter um espaço extra, fora do perímetro urbano destinado a eventos e que também pudesse abrigar os circos.
Quando a neta, retornou ao lugar onde as crianças brincavam de parque, um grupo de skeitistas já estavam ensaiando os primeiros passos. Um sobe e desce, um cai, levanta, que presenciei uma tragédia anunciada. A única opção foi ir embora.
Diante da configuração de pensamento que ainda perpetua na cidade e sem alguma chance
de mudança quanto a um projeto, onde seja possível acrescentar equipamentos recreativos e contemplativos, como playgrounds, bancos mais harmoniosos nas praças, ainda me resta a força interior e os exercícios diários que me confere adaptar a lei de Darwin ao dia a dia. Diante dessa configuração de “não-políticos” que exercem a ladroagem utilizando-se da res- pública, a exemplo dos tantos casos que foi divulgado pela imprensa, já não me cabe mais pensar na “esperança”, essa dita cuja que dizem ser a “última que morre”. Foi por acreditar demasiado nela- a esperança - nesses últimos 30 anos, que se apropriou dos nossos pensamentos e corpos a domesticação e docialidade, deixando-nos sempre a mercê do norte, desses, desses, desses...


Valença, Bahia, 13 de outubro de 2017

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Crônica cotidiana de Celeste Martinez

 Postado em minha página do Facebook, dia 21 de junho de 2017

Crônica cotidiana de Celeste Martinez

Quando na segunda-feira, 19 de junho de 2017, passei pelo Calçadão e constatei o esvazeamento de vendedores ambulantes, percebi logo, que algo drástico foi feito para “solucionar” as inúmeras críticas e insatisfações quanto a permanência daquelas trabalhadoras e trabalhores naquele local. Agora, retirar do Calçadão, para a Praça da Independência, menos de 50 metros de distância, na minha opinião tem a mesma conotação do provérbio popular: despiu um santo para cobrir outro.
Então, o que se percebe é :
“ o que não tem remédio, remediado está ”.
O que me aflige quando vejo o despreparo com o trato com o povo trabalhador é que não existe planejamento. É que só existe um esdrúxulo, plano A
Instalou-se nestes últimos meses um ódio virulento contra estes ambulantes como se sua expulsão fosse a medida perfeita de profilaxia.
Valença, Bahia, se resumiu no Calçadão.
Só vejo a expulsão dos ambulantes como solução, se resolvessem descentralizar o centro comercial.
Mais isso é impossível. Valença, Bahia, ainda vive o pensamento retrógrado em que a medida de crescimento é balizada de um poste a outro. Da casa de fulano até a casa de sicrano.
E o centro, é o Calçadão.
Por que o centro não poderia ser na periferia, abrindo um novo horizonte?
Governos anteriores, tentaram expulsar os ambulantes da Rua Dr. Rocha Leal, sem êxito.
Será inútil medidas que queiram organizar a área urbana. Por que Valença, Bahia, é fruto de uma colonização desorganizada. E não é o povo, o principal culpado. Por que antes do povo, vem o senhor de engenho, vem o dono da fazenda, vem os donos das terras do Una. Quem disse para o peão, construa minha casa aqui, foi o patrão. Quem disse para o escravo, lance estes toneis de excrementos humanos no Rio Una, foi o senhor de engenho.
O Calçadão, ficou sendo a verdade do centro comercial , que esquecemos que é espaço público.
E que a economia informal só pode se sustentar circulando nele.
O feio do Calçadão, não são os vendedores ambulantes com suas verduras, frutas, licores, brinquedos de madeiras, mariscos, artesanatos, etc.
O feio do Calçadão, é o piso, a falta de drenagem, o excesso de fiação, o desajuste das fachadas com suas propagandas. A deselegância nos acabamentos.
Se a questão, destas pessoas que pressionaram para uma tomada de decisão, na expulsão dos ambulantes do Calçadão, é o bem da cidade, então, que se inicie campanha para a erradicação do lixão, que está no Orobó, a revitalização da feira livre, um espaço físico novo, para o mercado do peixe, que se reclame o plantio das mudas que o Municipio firmou no ano passado, com o Ministério Público no termo de ajuste de conduta- TAC-, quando do corte da Castanheira-do-Pará, que se manifeste o desejo por tratamento de esgoto da cidade, uma biblioteca pública com espaço próprio, calçadas dignas para os transeuntes, etc.
A questão da insatisfação, na permanências dos vendedores ambulantes, no Calçadão, passa por fatores de gerenciamento de espaços públicos.
Onde está o Plano Diretor da cidade de Valença, Bahia ?
Existe?
Enquanto a Praça da República se veste para a festa junina, em uma época em que o comércio como um todo é beneficiado economicamente, uma náusea de tristeza paira sobre os trabalhadores da economia informal. Entre despir um santo para cobrir outro, só resta a música: Isto é lá com Santo Antonio.
E Valha-nos, São João e São Pedro! 


Valença, Bahia, 21 de junho de 2017

Crônica cotidiana de Celeste Martinez

 Postada em minha página do Facebook, dia 7 de junho de 2017

Crônica cotidiana de Celeste Martinez


O Calçadão não é apenas lugar de passagem ou centro comercial onde todas as coisas são resolvidas. Alí, também é espaço para encontros.
Terça-Feira, chuvosa, 6 de junho de 2017, novamente deparo-me com colega de infância. Da mesma turma onde os nomes próprios e sobrenomes, foram guardados na memória como relíquias. Eu também sabia de cor o nome desta pessoa. Abraçamo-nos e levadas pela nostalgia, recuamos os corpos em uma das paredes de loja e iniciamos o bate papo que se tornou uma longa conversa. Histórias sem fim.
De repente quem eu vislumbro, vindo em minha direção?
Quem?
Quem?
Ela, a autêntica, dinâmica, corajosa, sorridente, competente, honesta, dedicada, delicada, inteligente, Maria de Lurdes. Personagem que eu inseri na minha crônica sobre o manjerição.
Lembra?
Pelo sorriso que trazia no rosto e pela menção em abrir os braços para o abraço, eu aspirei o ar como em um suspiro de alívio.
Ufa!
Após a publicação da crônica, vez em quando, batia na mente a advertência sobre aquele trechinho que dizia:
“Desde então, esta é a ducentésima vez que espio pela janela para averiguar a cara das pessoas que me visitam. Antes de abrir a porta, escondo a planta no quarto.”
Preocupava-me a reação das pessoas, principalmente Lurdes. Por mais que minha intenção seja sempre construtiva a gente não sabe o que nos aguarda.
Devo confessar que escrevi por expressão no uso das metáforas, eu não recebo ninguém em minha casa.
No entanto, a presença de Maria de Lurdes, naquele momento, contente e agradecendo, foi uma dádiva para o meu dia.
Graças, Maria de Lurdes, por ser compreensiva comigo quando escrevi a crônica sobre o manjerição.
Comentei o assunto com ela e esta entendeu perfeitamente. Estava ligada. Em sintonia desde os tempos do Alacazum.
Lurdes, é pura magia.
Apresentei-a a amiga de infância. As duas se cumprimentaram.
E daí a pouco, aproxima-se o sobrinho Vandic Coqueiro, acompanhado da esposa Dori. Assim que chegou, foi logo falando:
- E aí, tia, qual a crônica de hoje?
Rimos. Eu e Lurdes. O assunto agora são as crônicas.
A cidade está voltando a normalidade de pensar fluídos.
Precisamos de mais sorrisos e mais esperanças.
Queide?
Cadê?
Antes de nos afastarmos, Lurdes, em sua quinta essência, disse:
- Isso aqui junto, tudo isso, vai virar um bom caldo.
Virou. Uma crônica, com a essência do manjerição que plantei ontem.


Valença, Bahia, 6 de junho de 2017

domingo, 9 de outubro de 2016

Crônica: Primavera 2016 de Celeste Martinez

Celeste Martinez faz leitura de uma crônica de sua autoria. Primavera 2016 em Valença Bahia

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Carta do senhor Zé do rádio

Esta edição foi agracida pela carta do senhor Zé do rádio, fã do Alacazum.

Utilidade Pública


Na 442° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 20 de março de 2016, das 8 às 9h, domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, socializamos sobre o Grupo Al-Anor Nova Esperança que se reune todos os domingos às 15 h na Rua da Matriz s/n Sala ao lado da Igreja Matriz Telefone ( 75 ) 98815 9260, com a finalidade de ajudar pessoas vitimadas pelo alcoolismo assim como as famílias.

terça-feira, 15 de março de 2016

Morena do Rio Vermelho de Osvaldo Fahel


Na 436° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 8 de fevereiro de 2016, das 8 às 9 h da manhã de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 , prosseguimos com o tema abordado na edição anterior quando falamos da história de algumas músicas criadas por seus autores em homenagem às suas musas. Foi escolhida: Último desejo de Noel Rosa interpretado por Aracy de Almeida; Tarde em Itapuã por Vinicius de Moraes; O barquinho por Ronaldo Bôscoli; Travessia do Eixão de Nicolas Behr interpretado por Legião Urbana; Morena do Rio Vermelho por Osvaldo Fahel; Garota de Ipanema por Tom e Vinicius e Drão na voz de Gilberto Gil. A segunda música foi Morena do Rio Vermelho, autoria de Osvaldo Fahel.

“ Quando o Rio Vermelho ainda se constituia num palco de grandiosas serestas, frequentado por artistas, compositores e cantores... um dos figurantes chamava-se Osvaldo. Um jovem radialista que nas horas vagas tocava violão e cantava amadoristicamente. Foi lá, na travessa Lydio de Mesquita número 7 ( atual 48 ) entre a sede do esporte Clube Ypiranga e a Escola Medalha Milagrosa, que Osvaldo conheceu a moça e foi para ela dedicado muitas serestas. Em 1962, aos 27 anos e 4 após o término do namoro com a jovem, o seresteiro compôs “ Morena do Rio Vermelho” uma toada em homenagem a beleza da mulher riovermelhense. Durante 27 anos, o cantor não revelou quem era a musa, por póstura ética. A musa já estava casada desde 1960. Somente em 1990, Osvaldo Fahel, quebrou o sigilo e revelou que a morena não era tão morena e sim loura. O nome dela, Regina, filha do famoso craque Mica – primeiro baiano a vestir a camisa da Seleção Nacional de Futebol.

Quem é Osvaldo Fahel?
Baiano de Ilhéus. Nascido no dia 6 de agosto de 1935. Começou a vida profissional como radialista. Foi comediate e ator de radioteatro. Faleceu no dia 1° de novembro de 1991.

Fonte da pesquisa: www.ubaldomarquesportifolio.com.br

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Na 432° edição do Alacazum Palavras Para Entreter

Celeste Martinez, interpreta texto de sua autoria em pesar à morte anunciada da Castanheira-do-Pará, localizada à rua Veteranos da Independência em Valença Bahia.

Incêndio atinge serra em Jacobina, Bahia

Na 430° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2015 das 8 às 9 h de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 cujo tema: Incêndios, informamos sobre o incêndio ocorrido na serra em Jacobina Bahia, no dia 18 de novembro de 2015.

Informação retirada do site: www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/incendio-atinge-serra-em-jacobina-exercito-e-brigadistas-combatem-fogo/?cHash=f4f537212de7d187165640153e7dfc77

Incêndio atinge a APA de Pratigi em Ituberá, Bahia

Na 430° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2015 das 8 às 9 h de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, cujo tema: Incêndios, divulgamos o incêndio ocorrido no dia 19 de novembro de 2015 na Area de Proteção Ambiental Pratigi na cidade de Ituberá, Bahia, Brasil. A informação foi colhida do site: http://pontodevista.net.br/incendio-atinge-agora-a-apa-de-pratigi-em-itubera/

Incêndios na Chapada Diamantina, Bahia


 Na 430° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2015, das 8 às 9 h de domingo, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, cujo tema: incêndios.



Cinquenta e um mil hectares de vegetação foram devastados nos três últimos meses pelo fogo na região da Chapada Diamantatina, na Bahia. O número equivale a aproximadamente 3.500 estádios do Maracanã. Do total, 15 mil hectares atingidos pelas chamas ficam dentro do Parque Nacional, que é uma área de preservação ambiental que abrange seis municípios.

O dado foi divulgado ao G1 pelo secretário estadual de meio ambiente do estado, Eugênio Spengler, e corresponde ao período entre 11 de setembro e 4 de dezembro. "Além do Parque, o restante da área atingida está distribuído em várias regiões como Rio de Contas, Andarai, Ibicoara, Barra da Estiva, Morro do Chapéu", disse.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Poema de Celeste Martinez em homenagem à Castanheira-do-Pará, em Valença, Bahia


Celeste Martinez, declama poema em homenagem a Castanheira-do-Pará, em Valença, Bahia

Castanheira-do-Pará, em Valença, Bahia


Após o programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter do dia 23 de setembro de 2015, cuja tema versou sobre o corte da Castanheira-do-Pará, situada à rua Veteranos da Independência, na cidade de Valença, Bahia, Celeste Martinez, foi até o local e fez este registro fotográfico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Castanheira-d0-Pará, em Valença,Bahia- Ameaçada de Extinção




Na 417° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 23 de agosto de 2015, das 8 às 9 h , transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9após leitura do texto enviado pelo ouvinte-leitor, João Queiroz Ribeiro, que socializa sentimento de perda de uma árvore secular em Garapuá ao mesmo tempo refletimos sobre uma também secular Castanheira-do-Pará existente na cidade de Valença Bahia e ameaçada de extinção.

Árvore Cumumbá, em Garapuá, Bahia, Brasil





Crédito da fotografia: Josenildo Queiroz

Festa da Boa Morte, 2015


Na 416° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora Celeste Martinez e que foi ao ar no dia 16 de agosto de 2015, das 8 às 9 h , transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 cujo tema: As Ganhadeiras de Itapuã, aproveitamos para anunciar os festejos da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira, Bahia.


Fonte da imagem: http://www.olabahia.com.br/2015/08/13/festa-da-boa-morte-tem-inicio-em-cachoeira/

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Saio sem destino mais tenho onde chegar de João Ribeiro


Na 414° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, apresentado pela escritora Celeste Martinez , transmissão ao vivo pela emissora de rádio comunitária, Rio Una FM 87,9 no dia 2 de agosto de 2015, das 8 às 9 h, cujo tema: Pregões; apreciamos o texto escrito pelo amigo João Queiroz Ribeiro, que vive na Ilha de Tinharé, Garapuá, Cairu, Bahia.