quinta-feira, 11 de junho de 2015

Na 403° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER


Na 403° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora Celeste Martinez, no dia 17 de maio de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, o tema versou sobre o provérbio popular: “ é de pequeno que se torce o pepino”. Apreciamos por segunda vez a música: Oito do doze, como desafio musical sem contudo ninguém identificar a voz do cantor.

Oito do doze

No dia oito do doze 
lá na Conceição da Praia
Depois da Procissão
se forma a brincadeira
tem maculelê, tem tem
tem samba de roda e capoeira
tem fruta para garotada se distrair
umbu, caju, cajá, manga, melancia e abacaxi
pra turma da pesada que fica ali
tem batida de limão, leite de onça e cambuí
pra tira-gosto de passarinha, tem lambreta

Autoria: Zé Pequeno e Azulão da Bahia

Simpleesmente Mãe, de Nara Miranda


Na 403° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora Celeste Martinez, no dia 17 de maio de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, o tema versou sobre o provérbio popular: “ é de pequeno que se torce o pepino”. Socializamos a poesia intitulada: Simplesmente Mãe, de Nara Miranda, terceiro lugar no Concurso Cultural: Mãe, tão linda como um poema, promovido pelo Jornal Valença Agora 2015

Simplesmente Mãe de Nara Miranda

Está sempre pronta para ajudar
Demonstra amor no olhar.
Sempre desperta
Para dar a mão.
Acompanha
Cada respiração.

É a primeira a sentir
A última a dormir.
É a que faz esforço para eu existir
E a última a me ver sorrir.

É a que esquece de si
Que perde a identidade
Mas que não pensa em desistir
Envelhece sem passar idade.

É a que esqueço de agradecer
Aquela que esquece de viver
A que vivo para desobedecer
E a quem sem não conseguiria viver.

Nome deixa de ter
Se duvidar, lembra só sobreviver
Só pensa em proteger
Para ver sua cria crescer

Posso te chamar de vários nomes
Mama, mamãe, madre e mãe
O único que eu não falo
é o que mais sinto
Desculpa por ser um calo
mas, eu te amo.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Canção da Chuva e do Vento de Mario Quintana


Na 403° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, apresentado por Celeste Martinez no dia 17 de maio de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 apreciamos o poema: Canção da Chuvva e do Vento de Mario Quintana na interpretação de Solange Maria e Coral Infantil

 Canção da Chuva e do Vento

Dança, Velha. Dança, Dança.
Põe um pé. Põe outro pé.
Mais depressa. Mais depressa
Póe mais pé. Pé. Pé.

Upa. Salta. Pula. Agacha.
Mete pé e mete assento.
Que o velho agita, frénetico,
o seu chicote de vento.

Mansinho agora... mansinho
Até de todo caíres...
Que o velho dorme de velho
Sob os arcos do arco-íris

Mario Quintana



Escutamos: Na galha do Cajueiro


Na 403° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 17 de maio de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 , cujo tema versou sobre o provérbio popular: É de pequeno que se torce o pepino. Escutamos a música: Na galha da cajueiro com Lourinha
  Na galha da cajueiro 


Papai, mamãe não quer que eu suba no cajueiro
Ela falou se eu subir eu caio
Da galha do cajueiro
Vou fazer uma queixa quando meu papai chegar
Mamãe não me deixa subir nesse galho
Ela disse que caio
Vou lhe dar trabalho
Quando meu papai... quando meu papai... quando meu papai ...
chegar
corro para ele vou lhe contar
Papai, mamãe não quer
Me tira mamãe, me tira
Me tira desse castigo
Eu subo naquela galha não corro nenhum perigo
Eu quero tirar caju que eu vendo e ganho dinheiro
me deixa mamãe subir, deixa subir
na galha do cajueiro

Autoria de Tião Motorista

Desafio Musical: Azulão da Bahia




Na 403° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 17 de maio de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 , oferecemos como desafio musical: Oito do doze, música interpretada por Azulão da Bahia.

Crédito da fotografia: Google imagens

Na 402° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 402° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 10 de maio de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 cujo tema versou sobre o Dia da Mãe, apreciamos a música tema: Flor Mamãe, na voz de Agnaldo Timoteo, neste dia dedicado às mães.

Flor Mamãe

Andei por todos os jardins
Procurando uma flor para lhe ofertar
Em lugar algum eu encontrei
A flor perfeita pra lhe dar
Ninguem sabia onde estava
Esta flor mimosa perfeição
Ela se chama flor mamãe
E só nasce no jardim do coração

Enfeita nossos sonhos
Perfuma nossa ilusão
Flor divina que eu suponho
Faz milagre em oração
Neste dia de carinho
Quero senti-la no peito
iluminando minha alma
FLor mamãe
Amor Perfeito

 

Relembramos a telenovela: Barriga de Aluguel


Nesta 402° edição, relembramos através da música: Aguenta Coração com José Augusto, tema da novela Barriga de Aluguel da Rede Globo de Televisão.

Música: Aguenta Coração de Ed Wilson e Paulo Sérgio Valle


Na 402° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 10 de maio de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 cujo tema versou sobre o Dia da Mãe, apreciamos a música: Aguenta Coração na interpretação de José Augusto.



Coração, diz para mim
Por que é que eu fico sempre
Desse jeito
Coração, não faz assim
Você se apaixona
E a dor é no meu peito

Pra que que você foi se entregar
Se na verdade eu só queria uma aventura
Por que você não para de sonhar
È um desejo e nada mais

E agora o que eu faço
Pra esquecer tanta docura
Isso ainda vai virar loucura
Não é justo entrar na minha vida
Não é certo não deixar saída
Não é não

Agora aguenta coração
Já que inventou esta paixão
Eu te falei que tinha medo
Amar não é nenhum brinquedo
Agora aguenta coração
Vocẽ não tem mais salvação
Você apronta
Esquece que você sou eu.

Coração, diz pra mim
Por que é que eu fico
Sempre desse jeito

Composição Ed Wilson e Paulo Sérgio Valle


Infância de Carlos Drummond de Andrade

Na 402° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 10 de maio de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 cujo tema versou sobre o Dia da Mãe, apreciamos a poesia:Infância na voz de Carlos Drummond de Andrade.

Infância

Meu pai montava a cavalo ia para o campo
Minha mãe ficava sentada cosendo
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... não acorde o menino
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro, que susto.

Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que a minha história
era mais bonita que a de Robson Crusoé.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Escutamos música andina


Na 402° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 10 de maio de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, cujo tema, versou sobre o Dia das Mães, apreciamos a música: Llaquisca Ushi, música andina.

Crédito da imagem: Google

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Na 401° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER


Na 401° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 3 de maio de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamos o texto: Ciranda do Desapego de Guilherme Salgado, no livro: Estirpe.




Ciranda do Desapego

Se esta rua.
Se esta rua fosse minha...
Eu mandava.
Eu mandava...

- Eu mandava?

Essa rua não é minha só.
Ela é de todos nós.
Ela é de todos nós.

Guilherme Salgado, no livro: Estirpe

Só mesmo trepando em árvores de Rolando Boldrin


Na 401° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 3 de maio de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamos o texto:Só mesmo trepando em árvores de Rolando Boldrin.

Só mesmo trepando em árvores

Esse é um causo muito antigo. Muito antigo, mas muito bom. Pois, como sempre, envolve a sagacidade do caipira que eu tanto gosto de contar.

Aconteceu na época da revolução dos mineiros e paulistas, que a gente não gosta de lembrar, porque irmão brigar com irmão é coisa muito feia. Onda já se viu? Mas naquele tempo, eles brigaram feio.

Pois bem. Vinha por uma estrada o nosso personagem. Um caipira que não queria nada com essa briga que eu falei. E ele era paulista. Estava, portanto, em território dele. Eis que surge um punhado de guerrilheiros, que o nosso caipira pensou ser de procedência paulista. Engano! Era uma turma de mineiros à procura de paulista pra móde descer, como lá diz o outro, o cacete!

Ao chegar perto do capiau, um dos integrantes do grupo de mineiros perguntou:
Mineiro- Ocê ai, capiau? Ocê é paulista ou mineiro?

Caipira- ( pensando que eram paulistas ) Uê. Eu sô polista quiném ocêis. Tô na minha terra.

Foi só falar que era paulista e já receber a primeira paulada da turma. E daí se seguiu um punhado de soco e pontapé, até deixarem o coitado estendido.

Dali a pouco, já refeito e cheio de hematomas, lá vai o nosso caipira pela estrada, quando surge agora outro grupo. Desta vez, de paulista.

Paulista- Ocê ai, caipira duma figa. Ocề é paulista ou mineiro?

Caipira- ( pensando que era outro grupo de mineiros ): Eu? Eu sô das Minas Gerais, uai!

Foi só falar e receber uma pancada surda de cacete bem dada. E, como antes, porrada pra cá e pra lá, de todo o jeito. Lá ficou o nosso bom capiau quase que desacordado.

Dali a pouco, lá estava ele, pela estrada, andando até com certa dificuldade, quando avista outro grupo de guerrilheiros se aproximando. Mais do que depressa, procura uma árvore frondosa e nela se atrépa pra se esconder da turma, pois já não saberia se era um grupo de paulista ou de mineiros. E apanhar de novo era o que ele não queria.

Pois bem. Ficou ali atrepado, escondido, esperando que os marvados passassem direto. Mas qual! Pararam justamente embaixo da tal árvore para descansar ou fumar um  cigarro de palha.

De repente, um dos guerrilheiros, olhando distraidamente para o alto, ali descobre o nosso capiau atrepado. Chama a atenção do grupo e, em voz de comando, pergunta ao capiau asperamente:

Guerrilheiro: Ocê ai! Oh, caṕiau duma figa. Diga pra gente aqui: ocê é paulista ou mineiro? Heim?

Para a surpresa de todos- e alegria de quem gosta muito de um causo - nosso capiau responde com voz tremida:

Caipira: Heim? Eu... eu.... sou.... sou... Eu sou FRUITA!

La flor y el niño de Sofia Martinez


Na 401° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 3 de maio de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamos o texto: A flor e o menino de Sofia Martinez, neta da apresentadora que vive na Argentina. Sofia, escreveu este texto exclusivamente para ser lido no programa Alacazum. Sofia por esta ocasião tinha 9 anos de idade. Cultiva o hábito de ler e escrever.

La flor y el niño

Había una vez un campo, y en ese campo habia un niño, ese niño se llamaba Alejandro. El vive con su abuelo y su abuela -abuelos ¿porque no hay flores y solo hay pasto? -dijo. -Porque las vacas se los comen. -le contesto el abuelo
-y tambien los caballos- quiso agregar la abuela.
Al dia siguiente, cuando Alejandro jugaba a fuera encontro una flor y como recordo lo que le habian dicho sus abuelos entonces la corto, y de raíz, porque tenía lástima que una flor muera. Y en una botella le colocó tierra para ponerla, corrio rápido como el viento hacia su cuarto, la puso al lado de la ventana para que le de el sol, le puso agua y se fue a jugar, pero antes de irse cerró la puerta de su cuarto con llave porque sabía que que si lo des cubrian sus abuelos lo regañarían, porque no podia sacar las flores, cuando cerró la puerta se fue hasta que lo llamaron para comer, y cuando lo mandaron a dormir le puso agua a la flor y se durmio.
Al dia siguiente Alejandro se llevó una gran sorpresa, la flor había crecido por el cariño, agua y el sol que le había dado. Para alejandro había valido la pena cuidar a la flor, pero lo descubrieron los abuelos y tuvo que poner la flor donde la había encontrado. Cuando lo hizo se fue llorando al cuarto. Al dia siguiente alejandro fue a ver como estaba la flor, el fue desesperado y puso una cara feliz al saber que no le habia pasado nada a la flor y también porque había crecido más. - ¿Porque las vacas o los caballos no se comieron a la flor? -dijeron los dos abuelos gritándole a Alejandro -Porque mi flor es especial, porque la cuide con mucho cariño, por eso no la comieron -le contesto Alejandro -¡mentira! de noche la cuidaste -le agregaron los dos a la conversación -y lo probaremos, hoy a la noche te cerraremos con llave tu cuarto y tendremos la llave nosotros si mañana esta la flor esta y es verdad lo que dijiste, podes cuidar de las flores. Pero si no esta y nos mentiste no podrás salir por cuatro dias -exclamaron los abuelos y por fin se hizo de noche Alejandro encerrado en el cuarto esperando a que se haga de día. Hasta que por fin amaneció, salieron todos para ver a la flor. Los abuelos se llevaron una gran sorpresa por que la flor todavía estaba en pie -¡imposible¡ -dijo la abuela sorprendida -¡imposible¡ -dijo el abuelo también sorprendido -¡vieron! - dijo Alejandro -¡yo les dije la verdad! - dijo otra vez Alejandro. -Pero quizás usaste un truco para engañarnos y pusiste un muñeco en tu lugar. -dijeron los dos abuelos enojado y al mismo tiempo avergonzados -¿Y de donde voy a sacar un muñeco? -dijo Alejandro - Quizás cerramos la puerta y te escapaste por la ventana. -le trataron de discutir los abuelos hasta que llego el momento en que se cansaron y pararon de discutir pero con sus ultimos alientos los abuelos dijieron -Ahora por discutirnos estas castigado! Alejandro tartamudeando dijo -p-e-r-o-p-e-r-o-q-u-e-q-u-e .Alejandro catigado y triste en su cuarto miro la ventan y vio lo que hacia la flor primero vio a las vaca tratando de comer la flor. Él gritaba para que las vacas se alejaran de la flor, pero no funcionaba, mientras se lamentaba por no poder hacer nada, vio que la flor ahuyentaba a los animales. Entonces siguió observando hasta que llegaron los caballos, al principio estaba preocupado, pero despues llamo a sus abuelos y tambien golpeaba la puerta -Abuelo! abuela! Abuelo! Abuela! vengan decía Alejandro, hasta que vinieron y miraron por la ventana. Se quedaron mudos, hasta que lograron decir tartamudeando -p-e-r-o-p-e-r-o-q-u-e-q-u-e- dijeron los abuelos-se los dije se los dije! -dijo alejandro- ¡no es posible! -dijeron los abuelos -si es posible!si le das cariño, atencion, agua, sol y tierra -dijo Alejandro -¡imposible! - dijeron los abuelos salieron y trataron de cortar la flor pero antes encerraron a su nieto, Alejandro estaba tratando de detenerlos golpeando la puerta, despues de un rato miro por la ventana y sus abuelos no lograron sacar la flor, así que Alejandro dejo de preocuparse y siguió golpeando la puerta hasta que logro derrivarla, fue corriendo hasta la flor y la protegio -no la dañen- dijo alejandro -¿porque? -dijeron los abuelos -¡solo es una flor! -dijeron otra vez los abuelos -porque no es solo una flor es algo maravilloso, es una flor especial, porque si puede soportar caballos,vacas y a ustedes es una flor magica por eso – dijo alejandro tratando de parar a sus abuelos para que dejen a la flor en paz y paso lo inesperado, la flor empezó a hablar -¡es cierto lo que dice el chico, yo soy magica! me llamo valeria – dijo la flor sorprendiendo a todos -¡aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!- gritaron los abuelos sorprendidos -perdón Alejandro por no creerte -dijeron los abuelos avergonzados - ¿pero como pudiste hacer que la flor hable? -le preguntaron los abuelos curiosos -yo ya les dije millones de veces con amor,cuidado y atención podes lograrlo todo -les contesto alejandro y desde ese día alejandro y sus abuelos cuidaron de las flor que encontraban a su paso porque sabían que si las cuidaban muy bien se convertiría en una flor mágica y asi generación por generación cuidarían de flores como la que cuido Alejandro
FIN
Autora: Sofia Martinez


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Na 400° edição do Alacazum Palavras Para Entreter


Celeste Martinez, declama seu poema: Globo Mágico. Produção e Capa do trabalho de Gugui Martinez

Poesia de Celeste Martinez


Na 400° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 26 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamoso poema escrito por Celeste Martinez, em homenagem ao senhor Nilton, que sensivelmente reconheceu a voz da locutora em um estabelecimento comercial, quando esta pedia um objeto e aproximando-se, revelou que escuta o Alacazum aos domingos. Neste momento, a amiga Elisângela Calixto, que estava presente e escutara, pegando um papel escreveu a seguinte sentença:

"Na sensibilidade dos ouvidos
deixo minha voz ecoar
e pelos sons dos sentido
a minha palavra no ar"

Após escrever, olhando para Celeste Martinez, disse:
- Você vai continuar e ler no Alacazum domingo.

Dito e feito.


"Na sensibilidade dos ouvidos
deixo minha voz ecoar
e pelos sons dos sentido
a minha palavra no ar"

é Nilton, atento ouvinte
é Calixto, desperta pessoa
que em encontro casual
transformou a rotina
em poesia
transformou breve conversa ao pé do balção
em prosa
para a compreensão
da palavra textualizada
e material para domingo
dia muito especial
dia azul
Aqui estou!
com o ALACAZUM.
Vivenciando pelas vias rubras do sentir
a afinidade
que nos une
a cada primeiro dia da semana
tecendo fios invisiveis de amizades
clarividentes a cada manhã
quando meros radiouvintes
tornam-se
ouvintes-leitores
ALACAZUM!!!

Sábado, 25 de abril de 2015

Vídeo do conto: O rei da folhagem- Conto da Nicarágua


Celeste Martinez, lendo o conto: O rei da folhagem- Conto da Nicarágua. Na 400° edição

O Rei da Folhagem – Conto da Nicarágua

Na 400° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 26 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamos o texto:O rei da Folhagem, conto da Nicarágua, no livro:Contos populares para crianças da América Latina.


O rei da Folhagem

Seu Coelho era muito mau e havia matado Seu Coiote. A história chegou até o Rei dos animais e este ordenou a todos que o agarrassem vivo ou morto.

Diante disso, os animais se reuniram em conselho e um deles disse o seguinte:

- Temos que ir esperá-lo no rio, pois ele precisa ir até lá para beber.

E foram todos.

Mas Seu Coelho, que para isso mesmo tem orelhas grandes, ficou detrás de um matagal ouvindo tudo e se pôs a pensar. Então, sem mais nem menos, foi até o povoado, entrou numa sapataria e, no primeiro descuido do sapateiro, roubou um sapatinho que este tinha acabado de fazer. Em seguida, foi até a estrada principal. Passava por lá um homem carregando um pote cheio de mel. Então Seu Coelho pôs o sapatinho no meio do caminho. Ao passar, o homem viu o sapatinho e disse:

- Que sapatinho bonito! Se tivesse par, eu o pegava para mim. Mas pra que eu quero um só?

E seguiu seu caminho.

Assim que o homem passou, Seu Coelho recolheu o sapatinho e correu até ficar bem adiante do homem do pote de mel. Quando viu qu ele vinha chegando, pôs outra vez o sapatinho no meio do caminho.

- Veja! Aquei está o outro pé! Vou buscar aquele que deixei lá pra trás e fico com o par completo! Exclamou o homem.

Colocou o pote no chão para ir mais depressa e saiu correndo.
 
Era isso mesmo que Seu Coelhoo esperava. Assim que o homem virou as costas, destapou o pote e se lambuzou todo de mel.

Bem perto dali havia um matagal repleto de folhas secas. Seu Coelho foi até lá e rolou bastante no chão a fim de que as folhas grudassem no seu corpo. Em seguida foi até o rio.

Ao verem chegar aquele bicho novo, tão esquisito, os animais ficarem de orelha em pé e lhe perguntaram:

- Quem é o senhor?

- sou o rei da folhagem- disse Seu Coelho.

Então todos os animaisse puseram imdiatamente em fila e lhe prestaram honras enquanto ele bebia.

Essa foi a artimanha que Seu Coelho inventou para beber água com toda liberdade.

O Rei da Folhagem – Conto da Nicarágua no livro: Contos populares para crianças da América Latina.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Desafio musical



Na 400° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 26 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, . Prosseguimos com o desafio, criado pelo ouvinte-leitor Adilson Pereira, no passado domingo, quando ao escutar a música: Ponhe um arco-íris na sua moringa com Paulo Diniz, revelou que este cantor veio à cidade de Valença. Ele não lembrou a data, mais fez a seguinte pergunta: Em que local aconteceu o show de Paulo Diniz na cidade de Valença Bahia? Concorrendo a uma caixa de chocolate. A ganhadora foi Carmélia.


Poesia: Palavrar, de Celeste Martinez



Na 400° edição do programa radiofônico Alacazum palavras para entreter, conduzido pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 26 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, apreciamos o texto: Palavrar, autoria de Celeste Martinez.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Na 399° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter








Na 399° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, idealizado, produzido e apresentado pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 19 de abril de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una Fm 87,9 apreciamos a música: Ponha um arco-íris na sua moringa com Paulo Diniz. Esta música não estava na programa desta edição do Alacazum. Ela foi inserida em substituição à música: Oito dos doze de Azulão. Foi escolhida do arquivo da emissora, no momento ao vivo, seguindo exclusivamente a intuição da apresentadora, entretanto provocou o entusiasmo do público, fazendo inclusive com que o amigo Adilson Pereira- apreciador da música popular brasileira- entrasse no ar para informar, que este cantor visitou a cidade de Valença, Bahia. Lançou desafio e ofereceu 1 caixa de chocolate para quem respondesse em que lugar ele se apresentou aqui em Valença, Ba.



Ponha um arco-íris na sua moringa

Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
Fique lelé da cuca num dia de sol  ai ai ai
Praia de Ipanema Simonal sorrindo
Vai na Montenegro toma um chopp
 


Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
É lúcido é válido inserido no contexto ai ai ai
Eu não tenho um nome muito natural
Caminho procurando pela moça Gal


Papo com o Lubidei
Vem sou um universal
Charles precisa voltar pra ficar


Composição Paulo Diniz e Odibar


Fábula do Idiota, segundo Fontanarrosa


Na 399° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, idealizado, produzido e apresentado pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 19 de abril de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una Fm 87,9 apreciamos a fábula do idiota segundo Fontanarrosa, escritor e cartunista argentino, nascido em Rosário, onde viveu e trabalhou até sua morte em 2007. Conhecido pelo apelido de “El Negro “.

FÁBULA DEL PELOTUDO, Según Fontanarrosa
Se cuenta que en una ciudad del interior, un grupo de personas se divertían con el pelotudo del pueblo. Un pobre infeliz de poca inteligencia, que vivía haciendo pequeños mandados y recibiendo limosnas. Diariamente, algunos hombres llamaban al pelotudo al bar donde se reunían y le ofrecían escoger entre dos monedas: una de tamaño grande de 50 centavos y otra de menor tamaño, pero de 1 peso. Él siempre agarraba la más grande y menos valiosa, lo que era motivo de risas para todos. Un día, alguien que observaba al grupo divertirse con el inocente hombre, lo llamó aparte y le preguntó si todavía no había percibido que la moneda de mayor tamaño valía menos y éste le respondió: - Lo sé, no soy tan pelotudo..., vale la mitad, pero el día que escoja la otra, el jueguito se acaba y no voy a ganar más mi moneda. Esta historia podría concluir aquí, como un simple chiste, pero se pueden sacar varias conclusiones:
La primera: Quien parece pelotudo, no siempre lo es.
La segunda: ¿Cuáles eran los verdaderos pelotudos de la historia?
La tercera: Una ambición desmedida puede acabar cortando tu fuente de ingresos
La cuarta: (pero la conclusión más interesante) Podemos estar bien, aun cuando los otros no tengan una buena opinión sobre nosotros. Por lo tanto, lo que importa no es lo que piensan los demás de nosotros, sino lo que uno piensa de sí mismo
MORALEJA:
"El verdadero hombre inteligente es el que aparenta ser pelotudo delante de un pelotudo que aparenta ser inteligente"
Fontanarros

Na 398° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter,




Na 398° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, idealizado, produzido e apresentado pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 12 de abril de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una Fm 87,9 apreciamos como desafio musical: Retalhos de Cetim com Benito de Paula.


Retalhos de Cetim é uma composição de Benito de Paula, de 1973. É um samba, que o levou a conseguir um contrato com a gravadora Copacabana, uma das principais da época.


Retalhos de Cetim

Ensaiei meu samba o ano inteiro,
comprei surdo e tamborim.
Gastei tudo em fantasia,
Era só o que eu queria,
E ela jurou desfilar pra mim.
Minha escola estava tão bonita,
Era tudo o que eu queria ver,
Em retalhos de cetim,
Eu dormir o ano inteiro,
E ela jurou desfilar pra mim,
Mais chegou o carnaval,
E ela não desfilou
Eu chorei na avenida, eu chorei
Não pensei que mentia a cabrocha que eu tanto amei.


Crédito da fotografia: Google

Fragmento do livro: O meu pé de Laranja Lima de José Mauro de Vasconcelos

Na 398° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, idealizado, produzido e apresentado pela escritora Celeste Martinez, que foi ao ar no dia 12 de abril de 2015, das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una Fm 87,9 apreciamos fragmentos do livro: O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos.

- É aqui.

Todos ficaram encantados. A casa era um pouco menor. Mamãe, ajudada por Totoca, destoceu um arame que prendia o portão e foi aquele avança. Glória soltou a minha mão e esqueceu-se de que estava ficando mocinha. Desabalou à carreira e abraçou a mangueira.

- A mangueira é minha. Peguei primeiro.

Antônio fez a mesma coisa com o pé de tamarindo.

Não sobrara nada para mim. Olhei quase chorando para Glória.

- E eu, Godóia?

- Corre lá no fundo. Deve ter mais árvore, bobo.

Corri, mas só encontrei um capinzal crescido. Um bando de laranjeira velha e espinhada. Junto do valão tinha um pequeno pé de Laranja Lima.

Fiquei desapontado. Todos estavam visitando os cômodos e determinando para quem seriam os quartos.

Puxei a saia de Glória.

- Não tinha nada mais.

- Você não sabe procurar direito. Espere aí que eu vou achar uma árvore para você.

E logo depois ela veio comigo. Examinou as laranjeiras.

- Você não gosta daquela? Olhe que é uma bela laranjeira.

Não gostava de nenhuma mesmo. Nem daquela. Nem daquela, nem de nenhuma. Todas tinham muito espinho.

- Pra ficar com essas feiuras, eu ainda preferia o pé de laranja Lima.

- Onde?

Fomos lá.

- Mas que lindo pezinho de Laranja Lima! Veja que não tem nem um espinho. Ele tem tanta personalidade que a gente de longe sabe que é Laranja Lima. Se eu fosse do seu tamanho, não queria outra coisa.

- Mas eu queria um pé de árvore grandão.

- Pense bem, Zezé. Ele é novinho ainda. Vai ficar um baita pé de Laranja. Assim ele vai crescer com você. Vocês dois vãos e entender como se fossem dois irmãos. Você viu o galho? É verdade que é o único que tem, mas parece até um cavalinho feito pra você montar.

Estava me sentindo o maior desgraçado da vida. Me lembrava da garrafa de bebida que tinha a figura dos anjos escoceses. Lalá disse: “ Esse sou eu “. Glória apontou outro para ela. Totoca pegou outro pra ele, e eu? Eu fiquei sendo aquele cabecinha lá atrás, quase sem asa. O quarto anjo escocês que nem era um anjo inteiro... Sempre eu tinha que ser o último. Quando crescesse, iam ver só. Ia comprar uma selva amazônica, e todas as árvores que tocavam no céu seriam minhas. Compraria um armazém de garrafas cheias de anjo e ninguém ganhava um pedaço de asa.


Fragmento do livro: O meu pé de Laranja Lima de José Mauro de Vasconcelos

domingo, 19 de abril de 2015

Fragmento de O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos



Na 398° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, idealizado, produzido e apresentado pela escritora e locutora CELESTE MARTINEZ, que foi ao ar no dia 12 de abril de 2015, no horário das 8 às 9h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 oferecemos como desafio musical: a música: Retalhos de Cetim – instrumental tocada pelo conjunto Os Carbonos. Fizemos a leitura do fragmento do livro O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos.

Desafio Musical: Retalhos de Cetim com Os Carbonos




Na 398° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, idealizado, produzido e apresentado pela escritora e locutora CELESTE MARTINEZ, que foi ao ar no dia 12 de abril de 2015, no horário das 8 às 9h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 oferecemos como desafio musical: a música: Retalhos de Cetim – instrumental tocada pelo conjunto Os Carbonos.

Na 397° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 397° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, idealizado, produzido e apresentado pela escritora e locutora CELESTE MARTINEZ, no dia 5 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, contamos com a participação do amigo e parceiro cultural Vidalto Oiticica- Diretor do Jornal Valença Agora. A ida do senhor Vidalto ao ALACAZUM foi para tentar elucidar a importância do programa para a comunidade de Valença e convocar novas parcerias. Fizemos a leitura da crônica de Adroaldo Ribeiro Costa


Velha Anedota

Não sei se acontece isto com vocês, mas quando me relembram uma velha anedota, sinto-me como se houvesse reencontrado um velho amigo, porque, de fato, a anedota é algo que nos ajuda a viver, a aliviar as agruras da vida, e está faltando aluém que proceda a um estudo sobre o valor da anedota para a vida do indivíduo e da comunidade.

Relendo velhas crônicas, encontrei uma que publiquei há alguns anos e senti vontade de publicá-la de novo. É assim:

O inspetor escolar chegou à cidadezinha e logo na manhã seguinte foi visitar a escola. Recebido naturalmente com todas as honras, pela professora que o apresentou à classe, o inspetor quis saber:

- Como vai o aproveitamento dos meninos, professora?

- Muito bom, inspetor! Muito bom mesmo.

-Permita-me fazer uma verificação?

- Pois não, o senhor pode perguntar o que quiser.

O inspetor escolheu um garoto que estava sentado à frente:
 
- Venha cá, meu filho. Como é seu nome?

- É Zezinho.

- Muito bem, Zezinho, quero que você me responda a esta pergunta: quem foi que incendiou Roma?

O menino avermelhou, gagejou, mas não respondeu. O inspetor insistiu:

- Responda, Zezinho. Não é possível que você não saiba quem foi que incendiou Roma...

O menino rompeu em choro:

- Juro que não fui eu... Não fui eu!

O inspetor virou-se para a mestra ao lado:

-E esta?

A professora formalizou-se:

- Este menino não mente, inspetor. Está dizendo que não foi ele, é que não foi mesmo.

O inspetor não pôde conter a surpresa:

- Desculpe-me mas, ao que tudo indica, a senhora também não sabe?

- Só sei de uma coisa, com absoluta certeza: não foi o Zezinho!...

O inspetor suspirou e resolveu levao o caso na esportiva:

-Pelo que estou vendo, ninguém aqui sabe quem incendiou Roma. ( Silêncio Confirmativo ). Pois muito bem, vocês tem o dia inteiro para pesquisar o assunto e amanhã voltarei para saber a resposta.

À noite estava o inspetor na pensão, quando foi procurado pelo prefeito que, muito encabulado, foi dizendo:

- Doutor, hoje de manhã, na escola, o senhor perguntou a um menino quem tinha incendiado Roma, e como ele não soubesse, o senhor mandou que toda a classe procurasse a resposta, não é verdade?

- É verdade sim; isto faz parte da nova técnica de ensino: os alunos saem a fazer a pesquisa e o conhecimento adquirido fica mais sólido. De maneira que amanhã...

- Perdoe-me se o interrompo, doutor. Mas, o fato é que por causa disto houve um reboliço enorme na ciadade, o dia todo, e a verdade é que ninguém por aqui sabe do fato!

- Mas meu caro prefeito...

- Sem querer cortar-lhe a palavra, doutor, preciso explicar-lhe que o Zezinho é filho de um elemento da oposição e a coisa está sendo entendida como uma picuinha do governo. Ora, a politica por aqui já esta fervendo muito e eu não quero qua as coisas piorem.

O inspetor, a esta altura, é que já não estava entendendo nada de nada:

- Escute, prefeito, eu só queria saber...

O prefeito interrompeu mais uma vez e falou com toda a solenidade:

- Escute o senhor, doutor. Dou-lhe minha palavra de honra de que esse negócio não ocorreu na minha gestão. Mas isto não tem importância: o senhor diz quanto foi o prejuizo, eu pago e a gente dá o caso por enxerrado...

Vocês riram? Eu ri.

Páginas Escolhidas- crônicas de Adroaldo Ribeiro Costa. Seleçã, organização e introdução Aramis Ribeiro Costa

" È por isso que eu estou aqui: em defesa do ALACAZUM" disse Vidalto Oiticica



" É por isso que eu estou aqui: em defesa do ALACAZUM. Frase do senhor Vidalto Oiticica na 397° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER do dia 5 de abril de 2015, quando da sua visita a este programa radiofônico, liderança em audiência na cidade de Valença Bahia mais que não encontra apoio na cidade.

Vidalto Oiticica no ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER



Vidalto Oiticica - Diretor do Jornal Valença Agora- Parceiro Cultural do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

 
Na 397° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, idealizado, produzido e apresentado pela escritora e locutora CELESTE MARTINEZ, no dia 5 de abril de 2015, das 8 às 9 h, transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9, contamos com a participação do amigo e parceiro cultural Vidalto Oiticica- Diretor do Jornal Valença Agora. A ida do senhor Vidalto ao ALACAZUM foi para tentar elucidar a importância do programa para a comunidade de Valença e convocar novas parcerias.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ainda sobre a 396° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER


Após a angustiante experiência do programa de número 396 quando não foi possível desfrutar da integridade de 60 minutos de programa devido à falha técnica na rádio, ao abrir a porta da emissora a caminho de casa, encontro o amigo Vidalto Oiticica que de casa ao escutar a minha aflicação veio em meu socorro sem entretanto conseguir entrar por que eu estava sozinha e não escutei quando batia à porta. Mesmo assim conversamos e foi muito bom saber que além de parceiro cultural, o ALACAZUM conta com a amizade deste empresário e cidadão do bem. O senhor Vidalto Oiticica é Rotariano, Ex-presidente da CDL- Câmara de Dirigentes Logistas de Valença, ocupando atualmente ( 2015) sua diretoria; Membro da Academia Valenciana de Letras e Artes - AVELA- Diretor do Jornal Valença Agora e Proprietário da Gráfica Prisma.

Prejudicados na 396° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER


Até quando resistiremos? Mais uma vez o programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER, que é reconhecido pelo Governo Federal como PONTO DE LEITURA NO BRASIL conforme publicação em Diário Oficial da União Portaria 92 de 18 de dezembro de 2008, que conta com o apoio cultural das seguintes empresas da cidade de Valença Ba: Colégio Social, Jornal Valença Agora e Pizzaria Os Martinez que pertence a família Martinez, foi prejudicado em sua exibição por falha técnica na emissora. Um programa que tem como objetivo o incentivo à pratica da leitura e congrega aos domingos milhares de famílias ao redor do rádio, com duração de 1 hora foi suprida de 16 minutos fora do ar. Será que a colaboração financeira de 200 reais mensais não garante uma assistência técnica aos domingos?

Até quando ?


Na 396° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 29 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 o programa ficou 16 minutos fora do ar por que o programa direcionado para uso não funcionou e como eu não sabia operar o programa Zara, enfrentei dificuldade nesta hora. Todo arquivo do Alacazum estava registrado no programa que não funcionava. Contei com a colaboração do amigo Augusto César da Rádio Rio Una FM 87,9 que de sua casa gerenciou a rádio, tentando solucionar. Contudo o programa foi prejudicado. As leituras não tiveram a mesma sedução quando lidas com um fundo musical e o tema elaborado para debate: Trabalho não foi discutido. A música que escolhemos para esta edição foi : Inventor do trabalho com Batatinha.

Na 395° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER







Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 escutamos a música: Canción por la unidad de latinoamérica autoria de Chico Buarque e Pablo Milanez.

Música: Pandeiro é meu nome de Chico da Silva e Venâncio


Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 oferecemos como desafio musical a música: Pandeiro é meu nome, autoria de Chico da Silva e Venãncio, escrito para como resposta ao samba: O surdo.

Pandeiro é meu nome

Falaram que meu companheiro
Meu amigo surdo, parece absurdo
apanha por tudo
ninguém canta samba
sem ele apanhar
não ouviram que seu companheiro
amigo pandeiro
também tira coco do mesmo coqueiro
apanha sorrindo para o povo cantar
Pandeiro, não é absurdo mas é o seu nome
não me chamo surdo mas aguento fome
pandeiro não come mas pode apanhar
ao povo que vibra na força do som brasileiro
não é só o surdo nem só o pandeiro
tem uma família tocando legal
você cantando, tocando e batendo na gente
passando por tudo tão indiferente
não conhece a dor de um instrumental
batuqueiro, ô batuqueiro
cantando samba pode bater no padeiro


Chico da Silva e Venâncio

Desafio Musical: Chico da Silva



Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 lançamos o desafio musical com a música: Pandeiro é meu nome ( 1977 ) autoria de Chico da Silva e Venáncio como resposta à música: O surdo, autoria de Totonho e Paulinho Resende, ambas as músicas foram interpretadas por Alcione.


 Crédito da imagem:
http://amazonature2.blogspot.com.br/2011/08/chico-da-silva-da-ilha-de-orgulho.html

Crônica de Celeste Martinez



Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 apreciamos a crônica de Celeste Martinez.

Família Martinez estréia filme em Cachoeira




Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 falamos sobre a reportagem feita pelo poeta Adriano Pereira a pedido do Jornal Valença Agora quando divulgou o lançamento dos curtas e longa-metragem, finalização do Projeto Itinerante Faz-se Filmes, idealizado pela cineasta Violeta Martinez e que percorreu 11 cidades do interior da Bahia, oferecendo serviços de curta para a população de dificil acesso, contado com uma equipe em sua maioria formados pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia- UFRB -

22 de março : Dia Mundial da Água


Na 395° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 22 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 falamos sobre o dia mundial da água, comemorado em 22 de março. Esta data foi criada pela ONU- Organização das Nações Unidas-

Na 394° edição do ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER

Na 394° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez que foi ao ar no dia 15 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 socializamos os espetáculos teatrais ocorridos no mês de março - de 10 a 15 - pela Cabriola Cia de Teatro, apoio financeiro FUNCEB/FCBA/Secult/ Sefaz

14 de março- Dia Nacional da Poesia -

Na 394° edição do programa radiofônico Alacazum Palavras Para Entreter, apresentado pela escritora pedagoga e locutora Celeste Martinez no dia 15 de março de 2015 das 8 às 9 h transmissão ao vivo Rio Una FM 87,9 socializamos o dia Nacional da Poesia, comemorado em 14 de março criado em homenagem ao nascimento do poeta Antonio Frederico de Castro Alves.